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Um grupo de estudantes do curso de Licenciatura em Matemática no IF Fluminense, que criou este blog com o intuito de "divulgar" postagens baseadas na matéria "Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem", que é lecionada pelo professor Luiz Cláudio Abreu.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Jung – A visão da psicologia analítica

   Carl C. Jung é um dos teóricos da chamada psicologia psicodinâmica. Como se vê as teorias psicodinâmicas se divide em duas partes, a psicanálise de Freud e a psicologia analítica de Jung. Mas nesta postagem trabalharemos apenas a psicologia analítica de Jung já que já trabalhamos os conceitos da psicanálise anteriormente.
   Jung trabalhou seis anos de sua vida ao lado de Freud dedicando-se aos estudos mais profundos das sombrias regiões das condições neuróticas. Seu laço com Freud terminou quando Jung começou a discordar de algumas teorias de Freud. como a teoria que a  psicanálise apresenta onde o aparelho psíquico éformado apenas por consciente e inconsciente porem, para Jung a divisão do aparelho psíquico consiste em consciente, inconsciente individual e inconsciente coletivo.
   Jung foi um psicólogo neoplatônico, considerava que os arquétipos e complexos nasciam e se desenvolviam conosco ao decorrer da vida. Dizia que o incosciente era formado por vários destes complexos e que os mesmos poderiam ser invadidos por outros complexos. Mas, o que são complexos e arquétipos? Complexos são concentrações de energia e arquétipos são os núcleos dos complexos.
  Jung estudando fenômenos ocultos que ele observou em uma de suas primas, descobriu estes chamados “complexos” e seus “arquétipos”. Na mesma época se ocupou com a psicose e a esquizofrenia, que são consideradas distúrbios mentais ligados a estas descobertas. A demência precoce, que foi descrita em seu livro Dementia Praecoce e que hoje é chamada de esquizofrenia, por exemplo, é causada, segundo ele, pelo desligamento do consciente e pode ser diagnosticada através da anaminése, que é um processo similar a uma entrevista, o diagnóstico é eficaz porque um paciente com demência não possui ciência de espaço nem do tempo.

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